Por Will

WILL, ilustrador e designer gráfico, sócio do estúdio Espaço das Idéias.
Atuando profissionalmente desde 1989, trabalhou nos jornais Shopping News e DCI, em vários escritórios e assessorias de comunicação. Em 1998 montou um estúdio onde atente clientes como: Merck Sharp & Dohme, Sandvik, Hospital e Maternidade São Camilo, CIEE - Centro de Integração Empresa-Escola, BrasilLab, Valeo, Owens-Illinois do Brasil, Rich's, Transitions,
Oftalmologia em Foco, entre outros.
Especialista em ilustração vetorial, cria histórias em quadrinhos para
campanhas de ISO9000, Melhoria Contínua, divulgação de cases e produtos. Em 2000, participou da fundação do Núcleo de Quadrinhos Oswald de Andrade. No ano seguinte criou o Sideralman, inicialmente para o ZineVirtual e
posteriormente migrando para o papel na estréia do fanzine Subterrâneo,
onde é publicado até hoje. Em 2005 montou o site do personagem e lançou um fanzine com sua origem. Publicou duas HQs na revista Bigorna Quadrinhos,
uma do Sideralman e outra do Bathman, personagem criado em parceria com
Eloyr Pacheco, que assinou o roteiro. Ainda em parceria com Eloyr, criou a
história "Uma Copa do Outro Mundo", para a revista Prismarte nº 31.
Atualmente tem escrito e desenhado o Sideralman para o Subterrâneo, numa HQ em parceria com Samuel Bono e colabora eventualmente com o site Bigorna.net escrevendo resenhas de livros e quadrinhos.

Entrevista

Primeira revista em quadrinhos que leu?
R: Mickey, lá pelo ano de 1968.

Revista favorita de todos os tempos?
R: Sandman (Neil Gaiman).

Seu trabalho favorito?
R: O mesmo Sandman.

Personagem favorito?
R: Batman, antes de todos ainda é o morcegão!

Desenhistas brasileiros que mais curte?
R: Marcelo Campos (no Quebra-Queixo), atualmente o Ivan Reis pois estou lendo Crise Infinita e os gêmeos, Gabriel Bá e o Fábio Moon e lógico, o meu amigo Samuel Bono.

Grupo preferido Música?
R: Rolling Stones.

Filmes favoritos?
R: Poderoso Chefão (a trilogia), O Quinto Elemento, Indiana Jones (a trilogia também).

Sonhos e ambições?

R: Creio que como todo quadrinhista brasileiro, ver a consolidação do mercado para nós, sem a necessidade de leis protecionistas. A ambição era trabalhar com desenho, isso eu consegui.